segunda-feira, 30 de março de 2015

Conta que te conto um conto...

Conto: É uma narrativa curta. Não faz rodeios: vai direto ao assunto.
Tudo é importante no conto, cada palavra é uma pista, as informações são valiosas, pontuação, cada espaço - tudo tem significado.
Selecione uma situação e tente extrair dela o máximo.
Escolha um assunto e desenvolva-o.
Pense no perfil do leitor ( jovens e adultos )
Linguagem adequada ao gênero e perfil do público leitor ( norma culta )mas, dependendo  do narrador e das personagens pode haver variações de registro...
OBS: . NARRATIVA FICCIONAL CURTA
          . POUCOS PERSONAGENS, POUCAS AÇÕES E TEMPO E ESPAÇO REDUZIDOS
          . ESTRUTURA: INTRODUÇÃO, COMPLICAÇÃO,CLÍMAX E DESFECHO ( OU SUBVERTIDA INTENCIONALMENTE )


 TENTE ATINGIR O MAIOR NÚMERO DE LEITORES. TE CONTO UM CONTO QUE VALE PONTO.

BOA SORTE.
 

127 comentários:

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  6. Sonho de um órfão
    Era uma noite fria de natal e algumas pessoas costumavam fazer visitas e levar brinquedos e roupas para as crianças no orfanato. Qual é o seu maior sonho e a sua maior dor? - Indagou a doce idosa para o menino melancólico. E o garoto com os olhos vazios e tristes respondeu quase chorando: Meu maior sonho é recebecer amor, e a minha maior dor é não ter esse amor.
    Karolaine Amorim N°22
    Luan Tolentino N°27
    2°08

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  7. 1000 anos depois

    '' BAM BAM BAM
    Ele corria, tentava desviar de todas as coisas a sua frente, mas parecia ser impossível.
    BAM BAM BAM
    Quanto mais desviava, mais apareciam coisas e mais o barulho ficava forte e perto, nunca pensou que o pegariam ou pelo menos que tivessem-o visto naquele lugar horrível, afinal, porque iriam encontrar algo ali? Talvez pelo motivo de serem monstros sem corações que judiavam de um único ser que encontrassem, Miorlim eram chamados.
    Suado, sem fôlego e cansado, Will parou de correr e se encostou no muro em silêncio, respirou um pouco e passou as costas da mão pela testa, estava todo soado.: - Foi por pouco. - Indagou baixo.
    Ao descançar um pouco e ouvir que o barulho já tinha cessado, sinal de quê já tinham ido embora, Will passou a correr o mais silencioso possível, tinha que encontrar Yui e esperava que nada de ruim tivesse acontecido. ''
    Paula Gabriely Nº: 32
    Barbara Albuquerque Nº: 05
    2º Ano 9

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  8. A distância entre dois amores
    Por mais que eu diga que não sinto sua falta, meu coração grita por seu abraço. Mesmo você morando em outra localidade, minha mente não para de pensar em ti, e ainda mais, ti imagina em cada rosto que vejo. Não precisamos está juntos, para estarmos perto.
    Nosso amor atravessa todas as barreiras para se encontrar, ele nunca vai permitir que esqueças que do outro lado do país existe alguém que morre de amores por ti.
    E, por mais que esse tempo pareça não passar, haverá um dia que nos uniremos e seremos para sempre um.
    Amanda Santos nº04 2ºano6

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  9. Troca de olhares
    Posso dizer que existe amor à primeira vista! Senti na pele (ou no coração) que um amor pode acontecer subitamente.
    Em uma manhã de céu azul, chegei na escola, e ele veio em minha direção, foi como se estivesse no vácuo do espaço, o oxigênio me faltava pela troca de olhares e o que tem ao meu redor simplesmente some da minha vista (como se o universo quisera me mostrar como o amor acontece), e o mesmo conspirando ao meu favor.
    E quem diria que aquela troca de olhares resultaria em um único beijo. Em recordações duraria para sempre, mas na realidade apenas, segundos. Nicoly de Oliveira n: 30
    Rayssa
    2 ano "9"

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    2. Excepcional, explendido, maravilhoso este conto. Essa sim sabe usar suas palavras e colocar seus argumentos em um conto que faz o leitor se apaixonar pela leitura. Sim este conto vale um ponto. (.)

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    3. lindo conto realmente assim que nos sentimos quando estamos apaixonados.

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  11. O acidente
    Fernando mau esperava que aquele acidente na hora de ir para o trabalho fosse o começo de um péssimo dia.
    Cansado de esperar o engarrafamento que aquela batida ocasionou, saiu para fora de seu carro para saber se iam demorar, sem perceber deixou seu celular cair e voltou para o seu carro,  decidiu ir por outro caminho, chegando em seu trabalho atrasado e levando broncas de seu patrão, nem imaginava que sua esposa estava ligando para o celular que ele acabou perdendo.
    Sua esposa muito estressada com seu marido por não conseguir falar com ele, vá ao encontro dele em seu trabalho, ainda muito eufórica quando chega ao trabalho acaba atropelando o patrão de seu marido ocasionando mais um problema a Fernando.
    *2ano6
    Nissara Rossendy N:26
    Ellen bidal N:11
    Richard Gil N:

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  13. Os Morangos.

    Será que isso existe mesmo? Primos brincando de amarelinha na rua, os pais na casa da tia Maria assistindo jornal, quando a senhorita Inês chama seu filho João, pela janela :"João, venha comer morangos." Então os três garotos entraram correndo pela senhora Inês. Na cozinha estava a tia Maria lavando os morangos mais vermelhos que alguém poderia ter visto .Pela janela a Inês estava observando as árvores, as casas vizinhas, quando Pedrinho chegou perto dela com um pote de morangos bem avermelhados, ela disse :"ah, obrigada Pedrinho, você é um bom garoto". Nesse momento o menino saiu correndo.
    Inês percebeu alguém descendo a rua, não era apenas uma pessoa, mas sim quatro, ela então saiu ao encontro de seu melhor amigo Daniel, levando consigo o pote de morangos que Pedrinho havia lhe dado. A chuva já estava durando três dias, e o garoto Matheus já estava ardendo em febre, ninguém havia saído de casa desde aquele dia. Na sala estava a senhorita Inês e seu amigo Daniel, estavam falando de Matheus:" até quando vai essa chuva? O garoto precisa ficar bom logo o que não vai acontecer com essa chuva e ele pode piorar." Inês então falou:" pelo que eu vi no jornal irá durar alguns dias, tudo que temos que fazer é cuidar dele aqui em casa mesmo." Quando Daniel e suas irmãs decidiram ir embora, Matheus chama pelo Daniel, e lhe dá um abraço e um pote de morangos não tão vermelhos.

    2°5
    N° 31 e 33.

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  15. O desfecho sem desfechar
    Naquela noite fria, com a luz exuberante da lua e coaxo educado dos sapos que pulei no lago. Depois de muitos mergulhos ouvi Dona Sônia gritar alertando-me já sem fôlego:
    ---Menino olha a cobra!, você não sabe que elas saem à noite para caçar, e a malária seu peste sai daí!
    Com aquele grito que ecoou a floresta inteira, e acabou acordando praticamente todos os seres vivos daquela região. Mesmo temente com a recordação das cobras continuei a nadar.
    Até que de repente ouço o mover dos bambus e vejo Marília se aproximando de mim e perguntando:
    ---Como está a água?
    ---Ótima, perfeita pra nós.
    Minhas palavras saíram com um sonido tão apaixonado que Marília derretida pulou na água também.
    E eu, como já estava tarde e dona Sônia ja havia gritado por mim, me retirei do lago e fui embora.

    Vinícius de Souza Santos
    Nº 35 2ºano 5

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  16. Quando eu tinha lá meus 20 anos, me mudei para um pequeno apartamento no centro sul da cidade de São Paulo, a vizinhança era razoável e o bairro até seguro, o problema era que o dito apartamento tinha paredes bem finas e se podia ouvir ecoar os gritos do vizinho toda vez que ele brigava com a namorada, era sempre um festival de “Um dia te deixo José, tu nunca me dá valor” seguido por um “Então vai Maria se te faço tão mal então me larga de vez”, passos enraivecidos, portas batendo ou algo quebrando e uns minutos depois tudo ficava quieto; então tocava baixinho alguma musica calma que imagino eu embalava a reconciliação dos dois. Isso ocorreu durante muitos meses, e eu que sempre fui apaixonada por historias de amor acabei me sentindo parte daquela relação, entendia Maria toda vez que ela brigava por toalha molhada, ou por que o jogo passava na hora da novela, e entendia José toda vez que ele reclamava se ela se atrasava ou quando dizia que era bobagem chorar porque o mocinho do filme morreu. Um dia os gritos se tornaram altos de mais, e como um soluço escutei choro e pela ultima vez Maria bater a porta de casa, durante as semanas seguintes tudo que vinha do pequeno apartamento era a musica favorita de Maria que tocava embalando não mais a reconciliação de um casal, mas a saudade que ficava quando não tinha mais como haver uma reconciliação.
    Camila nº 08 2º ano 6

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  17. Uma vela para seu Isaías
    Isaías caminhava apressado, com o guarda-chuva embaixo do braço e, assim que dobrou a esquina da rua floreta maginara diminuiu o passo até parar completamente , encostou-se á parede de uma casa, por tal parede escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida da chuva que ali tinha caído, descansou sobre uma pedra.
    Certo momento passaram três rapazes e o rodeando e começaram a indagar seu Isaias se não se sentia bem. Isaias abriu a boca, moveu os lábios mas os rapazes não conseguiram ouvir sua voz . Um rapaz de camisa listrada, indagou e disse para os outros dois que só observavam: ---- Esse senhor deve sofrer de ataque ou algo do tipo.
    Isaias reclinou-se mais um pouco, agora jogado na calçada e o guarda-chuva ao seu lado. Um rapaz de óculos pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, tirou-lhe a gravata. Quando lhe retiraram os sapatos, Isaías roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto de sua boca.
    Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta do pés, embora não o pudesse ver. Os moradores das proximidades conversavam de uma porta á outra . O rapaz de blusa listrada repetia que Isaías sentara-se na calçada e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se vida guarda-chuva ao seu lado.
    Uma velhinha de cabeça bem grisalha gritou alto que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina onde ali estava jogado. Já no carro , o motorista protestou : quem pagaria a corrida ? Então houve um silêncio e os moradores concordaram em chamar a ambulância. Isaias conduzido de volta e recostado á parede , já não tinha mais os sapatos e nem o alfinete na gravata.
    Alguém informou a farmácia na outra rua. Não carregaram Isaías além da esquina ; a farmácia no fim do quarteirão e , além do mais muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria e ali um bando de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse gesto para espantá-las.
    Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delicias da noite. Isaias ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria sem o relógio de pulso.
    Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis retirados com vários objetos de seus bolsos e alinhados sobre a sua camisa. Assim ficaram sabendo seu nome, idade; sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
    Foi registrado na correria mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas : era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de seus Isaias, que foi pisoteado vinte vezes.
    Um guardinha aproximou-se do cadáver e não pôde identifica-lo já que seus bolsos estavam vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão.
    A última pessoa repetiu -- Ele morreu, ele morreu. E nós começamos a se dispersar. Isaías levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto.
    Um senhor piedoso despiu o paletó de Isaias para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pode fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalharam, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
    Um menino de cor escura e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
    Fecharam-se uma a uma as janelas e ,três horas depois, lá estava Isaías á espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó,e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se ás primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.

    Brehnda Desirre nº 06
    Taynara Gabrielle nº31
    Ítalo Lloran

    "2º ANO 13 "

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  18. O Último Céu
    Dentro de um carro, sem rumo e com o som no volume máximo. Sempre eram assim nossas tardes de domingos. Só que naquele dia tudo estava diferente, ele parece me amar mais e eu sintia que o amo mais. O céu estava impecável, nunca havia visto um céu como aquele, um degradê que vai do rosa ao laranja, passando ao amarelo que leva ao azul. E o sol o deixa mais bonito, aah e como o deixa maravilhoso, me perdia olhando do céu para meu namorado e não sabia qual me encanta mais, o céu com suas nuvens que só naquele dia, naquele dia, pareciam ter sido desenhadas a mão, e a aquele cara atrás do volante, com o sorriso mais lindo do mundo, seu olho ficava cada vez mais verde em contraste com sua, quase, cor de jambo que combinava perfeitamente com o seu cabelo arrumado, do jeito que só ele sabia arrumar. E ao som da nossa música íamos sempre a lugar nenhum, que sempre era nosso lugar predileto.
    -O que você tem? - Ele perguntou e em uma fração de segundos percebi como estava calada.
    -Nada!
    -Você está bem calada! - Falou com um ar de preocupação.
    -É, acho que você realmente me amar, para sentir falta do som de minha voz irritante. - falei rindo e ele me acompanhou naquele risinho que era típico dele.
    -Amo você e se o pacote "Alana" vem com voz irritante, vou começar a ter uma pequena queda por vozes irritantes, em especial pela sua!- Falou, passando a mão por trás do meu pescoço e acariciando uma mecha do meu cabelo.
    O Celular que estava ligado ao som caiu do meu colo, me abaixei para pegar, sentir Felipe apertar minha mão e foi como se o carro fosse invadido por uma luz tão forte que cegava.

    2º05 - Júlia Chaves (10) e Letícia Batista (13)

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  19. MARIA GOMES E OS CAVALOS MÁGICOS
    Certa vez,um viúvo e seus filhos estavam passando por muitas necessidades e não sabiam que fazer.
    A pobreza era tão grande que pai resolveu sortear um dos filhos para ser abandonado na floresta.
    Maria ficou muito triste quando foi a sorteada.Seu pai a deixou na floresta e ela andou por muito tempo.Exausta,subiu numa árvore para descansar avistou uma casa.
    Maria desceu da árvore para ir até a casa,que estava abandonada.Quando entrou,uma voz lhe disse:
    -Maria Gomos,vá comer!
    E aparece uma mesa com uma refeição deliciosa.A menina pode então matar a fome.Novamente a voz lhe disse:
    -Agora,Maria Gomes,vá descansa!
    Ela deitou-se numa bela cama de um dos quartos e dormiu.A menina ficou na casa por muito anos.Depois de um bom tempo,voltou voz:
    -Maria,amanhã procure um cavalo branco com um tesouro na sela.Leve-o para seu pai,mas não lhe conte onde está morando!
    Maria voltou para casa de seu pai e todos ficaram felizes quando avistaram.No entanto,depressa ela retornou para casa misteriosa.
    durante muito tempo Maria continuou a visitar a família e a levar dinheiro para seu pai,mas nunca disse a ninguém onde estava morando.
    No dia em que seu pai faleceu,ela ficou muito triste e procurou seu cavalo branco para saber o que deveria fazer.Ele lhe disse:
    -Maria,escute:disfarce-se de homem e procure outro cavalo branco.Ele lhe levará para longe e sempre lhe dirá o que fazer.Busque a felicidade!
    Maria fez o que seu querido cavalinho tinha lhe dito.E,com seu novo cavalo,encontrou um palácio e foi ser jardineiro do rei.O príncipe sempre observava seu trabalho e não compreendia por que estava se apaixonando or um jovem.Desorientado,pediu conselho à sua mãe e lhe dizia:
    -Minha mãe do coração os olhos de Gomes matam.São de mulher.Não são de homem,não.
    Naquela noite,o cavalo deu um novo conselho a Maria.
    -Abra a janela,solte os cabelos e vista-se de mulher novamente.
    O príncipe,que não conseguia dormir,foi passear pelo jardim,quando avistou a bela Maria.Ficou feliz,porque percebeu que estava certo.Seu coração batia era por uma linda mulher.Ele se declarou e pediu-a em casamento na mesma hora.
    Assim,a pequena Maria,que havia sofrido tanto ao ser deixada na floresta,foi salva pelo dois cavalinhos mágicos que cuidavam dela e a orientaram a se fingir de rapaz no castelo do rei.Maria,então,tornou-se a mais linda princesa.

    ELEN LARISSA
    BEATRIZ TAVARES
    2ANO9

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    1. Belíssimo, lindo, explendido, este conto não vale apenas um ponto(.) vale até uma nota kkk

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    2. fenomenal, sem sombra de dúvidas o melhor conto que já li.

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    3. muito interessante, um conto que me pareceu de pessoa profissional. Continue assim Ellen Larissa você tem futuro brilhante pela frente. Estou muito orgulhosa por voce.

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    4. muito bacana gostei bastante parabéns ficou ótimo .

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  20. Parte 1
    Acabe com a minha ‘’doença’’
    A vida é simples, você sofre, sofreu ou irá sofrer... É algo meio monótono. Você não é aceito porque não é ‘’igual’’ àqueles aos quais ‘’deveria’’ ser igual... Isso é bobagem, você é quem escolhe quem ou o que vai ser, quem seu verdadeiro ‘’eu’’ quer ser. Você não é obrigado a ser santo, a ser hético, ser algo que não deseja.
    O mundo lá fora não é o mesmo, às vezes é difícil de lidar com aquilo que vem de uma forma diferente, que nos pega de surpresa, alguns se prendem em suas casas com medo de algo que venha a lhe prejudicar. A mentira e a desordem se espalharam pelo mundo no qual agora só há desgraça para aqueles que não têm necessidade, que não tem como se ‘’safar’’.
    Toda madrugada era audível as gritarias de pessoas sendo levadas pelos misantropos (assim foram chamados os homens que traficavam os adolescentes), essencialmente os homens, como eu. Suas mães e pais não podiam fazer nada e além do mais, a maioria odiava seu próprio filho por conta do preconceito que os mesmo sofriam, eles não queriam sujar sua ‘’reputação’’. Sempre fora de desagrado um filho nascer com a ‘’doença’’, pode-se assim dizer. Essas pessoas acreditam que um dia poderão ser "salvos" por um bem maior que ainda não existe ou caso exista se esconde debaixo das pedras, pois até o mesmo tem medo e repugnância da vida ali fora, onde um matava ao outro.
    Mas na verdade sempre há um que não acredita na ‘’salvação’’, pois o que pensas é que o mundo é algo que nunca deveria ter existido, que aquilo, na verdade, era o próprio inferno, que não precisava morrer para poder ser castigado ou viver em mais uma remota dor conjunta que todos já sofreram. E eu sou um deles.
    Com tudo aquilo que acontece hoje em dia, como o inferno poderia ser pior que a nossa própria vida?
    Fui tirado de meus devaneios com alguém a chamar meu nome.
    -Lian! – olhei para trás e vi Castiel ali, parado enquanto sorria em minha direção, um sorriso encantador.
    -Ah, olá Castiel. – sorri em sua direção ao mesmo tempo em que andava até o mesmo.
    -Seu pai já desceu, estamos a sua espera. – ele tocou meu rosto, contornando-o com seus dedos.
    -Você acha que é uma boa idéia? Nunca ninguém teve a audácia de sair ainda mais além das folhagens mortas.
    -Tudo vai dar certo. Confie em mim. Não quero que levem você, não mesmo. Recuso-me a te perder. – então o mesmo me envolveu com seus braços, me reconfortando.
    -Você sabe que não podemos fazer isso. Por que não mentimos? – empurrei-o devagar só para poder ver seu rosto.
    -Mentir? Acha que os misantropos irão acreditar? Eles investigam tudo Lian. Não há mais nada que possa ser feito a não ser fugir. – ele estava furioso e eu praguejei mentalmente quando ele se afastou por completo de mim. –Vamos descer. – Mas antes dele mover qualquer músculo eu o puxei pelo braço fazendo-o me encarar.
    -Me desculpe. É só que eu não irei conseguir ficar longe de meu pai. Desculpe-me.
    -Lian. – sua mão tocou meu queixo fazendo-me encará-lo. –Tudo bem. Vamos dar um jeito.
    -Sim. Então vamos. – segurei sua mão, puxando-o.
    Depois da nossa conversa com meu pai, Castiel decidiu ir sozinho para achar um caminho melhor que possamos seguir. Saímos da cabana, nós três, para nos despedirmos de Castiel.
    -Pai, o senhor pode nos dar alguns minutos. – olhei para o mesmo que concordava. –Obrigado.
    Aproximei-me de Castiel em um abraço longo, me afastando e depositando um beijo em seus lábios, nosso primeiro beijo.
    -Eu te amo. – olhei para Castiel e o mesmo sorria. Afastamos-nos e assim ele partiu deixando-me ali, na amargura.
    (Obs.: Como meu conto deu 6.000 caracteres eu resolvi postar separado em partes, já que aqui suporta pelo menos 4.069 caracteres. )
    Nome:Vanessa Marcelly 2•05 n•34

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  21. Continuação -Parte 2
    Corri em direção ao meu quarto pegando minha caixinha onde possuía minhas lembranças, depois pegando uma corrente e um cadeado. Voltei para o campo onde, com uma pá em mãos, cavei um buraco não muito fundo naquele local. Eu queria esconder aquela caixa, era importante para mim. Coloquei a mesmo no buraco feito no chão e escondi ali, as minhas lembranças, o meu amor.
    Passaram-se algumas horas e começamos a escutar barulhos vindos de fora.
    -Lian, rápido, vá para o porão e não saia de lá. – eu não queria deixá-lo só, mas assim o fiz. Quando entrei no porão a primeira coisa que fiz foi trancar a porta. Barulhos eram audíveis lá em cima, a cada pancada, a cada objeto sendo quebrado eu me encolhia, até que tudo ficou em silêncio e eu me levantei e sem aviso prévio a porta foi arrancada bruscamente. Haviam muitos homens ali, muitos misantropos, eles adentraram o recipiente e me puxaram pelos braços e o que eu só sabia fazer era gritar, eu gritava com todas as minhas forças. Eles me levaram para fora, especificamente para os campos até eu pude ouvir gritos, mas esses gritos chamavam meu nome, era Castiel. Eles passaram rapidamente por três misantropos e eu o vi, vi Castiel amarrado em um tronco de árvore, ele chorava e gritava meu nome.
    -Castiel. – o chamei e levei um soco.
    -Cale a boca. – foi à única coisa que eles disseram.
    -Castiel eu te amo. – aquilo era tortura, como uma pessoa poderia fazer aquilo? Eu iria ver Castiel morrer ou o contrário. Eu odiava aquele mundo, odiava os misantropos, odiava ferir alguém. E novamente levei um soco e eu pude sentir o gosto metálico que tocava minha língua.
    -Eu também te amo Lian. – e ele sorriu. Como ele podia sorrir? E Castiel também fora socado por dois misantropos que estavam ao seu lado. Esse preconceito era inaceitável, mas nunca iria mudar. Eu sempre me perguntava o porquê de existir pessoas assim, mas nunca obtive respostas.
    Colocaram-me de joelhos enquanto um segurava meu cabelo com uma força que me fazia chorar e o outro segurava uma faca e a pressionava em meu pescoço. Antes de tudo, vi minha caixa na mão de um deles.
    -Acharam que iam conseguir fugir de nós? – sua risada era irônica, podia-se notar.
    -Por que estão fazendo isso? Nós somos como vocês.
    -Não, vocês não são. Vocês são um distúrbio genético que nunca deveria ter existido. – então o mesmo jogou a caixa na fogueira que existia ali e sorriu. – Agora. – foi à única coisa que eu escutei antes de sentir minha carne sendo rasgada. Então aquele seria o fim? O que iria acontecer com Castiel? E meu pai? Olhei para Castiel, o mesmo chorava e gritava, mas eu não escutava nada. O gosto de sangue estava presente em minha boca, e a última coisa que senti foi uma lágrima cair.
    Nome: Vanessa M. - N°34 -2° 05

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  22. JULIA E A PIPOCA JUJUBA
    Era uma vez Julia uma jovem criança como qualquer que estudava pela manha , e a tarde ficava em casa só. Seus pais trabalhavam o dia todo e assim ela acabava ficando muito solitária em casa pois não possuía irmãos e nem amigos.
    Um belo dia Julia chega da escola e logo vai assistir televisão, após algum tempo ela se sente cansada e com fome, vai até a cozinha e pega um saco de pipoca e retorna à sala. Abre o saco da guloseima e começa a comer.
    Alguns minutos depois ela já se encontra quase que em estado de hibernação e pegar uma de suas pipocas fica parada algum tempo quase que dormindo até que ouvi uma voz dizer:
    −O menina vai me comer ou vai ficar enrolando?
    No mesmo instante a menina se assusta e solta a pipoca que cai no chão e grita. Assusta sem saber de onde vem aquela voz ela olha pra baixo e cogita a ideia de que tenha sido a guloseima, mas diz:
    − estou tão cansada que já ouço vozes
    Até que ouve novamente:
    o menina toma mais cuidado eu podia ter me esfarelado no chão
    Julia grita:
    − ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh !
    jujuba: − Eu que quase fui comida e ela que grita ai ai.
    a menina pergunta:
    −Quem é você?
    jujuba − dahhhh uma pipoca né! Ou além de acomodada é cega?
    Julia ri e diz:
    − Nossa respondona você. Qual seu nome?
    jujuba − meu nome é jujuba e o seu?
    Julia − Jujuba? Nossa que estranho.
    Jujuba − Claro você está falando com uma pipoca e isso é super normal.
    julia ri muito e diz:
    − você tem razão.
    E assim elas continuam conversando e acabam se tornando amigas, se divertem juntas durante a tarde toda, no fim da tarde Julia está sentada em seu balanço conversando com jujuba e ouve alguém lhe chamar:
    − Juliaaaaaaaaaa? acorda filha.
    a menina abre os olhos e percebe que tudo não passou de um mero fruto da sua imaginação, ela se sente decepcionada pois perdera a única amiga que tinha. Apesar de ter sido apenas um sonho ela guarda as lembranças como e fossem verdadeiras.
    A partir dai Julia muda sua rotina assistindo menos e interagindo mais com seus colegas na escola e assim adquirindo amigos, a menina percebeu que mesmo estando confortável com sua vida se sentia solitária e incompleta e interpretou seu sonho com jujuba como um sinal que precisava de companhia.

    2º 13

    Ítalo Costa nº 16
    Mariana Silva nº 28
    Waleria Ferreira nº 33
    Alisson Costa nº 02

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    1. parabéns ótimo merece 2,0 pontos.

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    2. muito interessante!, gostei muito, melhor conto ate agora, merece ganhar !

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    3. Parabéns, muito bem elaborado 👏

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    4. Parabéns, muito bem elaborado 👏

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    5. Parabéns, muito bem elaborado 👏

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    6. Está ótimo, parabéns
      Eu gostei !

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  23. Este comentário foi removido pelo autor.

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  24. Dificuldade ou estimulo para lutar
    Poderia alguém do norte concorrer a uma vaga num concurso nacional e sagra-se o 1º colocado? sim, foi o que aconteceu quando Rodrigues chegou em São Paulo, não conseguia distinguir se a temperatura interna do pássaro de ferro, estava menor do que os ventos uivantes daquela cidade gelada de Guaratinguetá,Rodrigues magro feito um andarilho, admirado com tanta gente falando de forma esquisita , sotaques distintos pareciam sons de instrumentos musicais variados, quando de repente apareceu Freitas ,um carioca de olhos esbugalhados em com uma toca negra na cabeça que se ofereceu:
    - deixa que eu levo sua mala, imediatamente a peguei pela alça com mais força pensando já quer me roubar.
    -Não, deixa que eu mesmo levo, conheci Hatiman gaúcho bravo feito um siri dentro de uma lata, porém amigável, aplicando a filosofia da boa convivência. Ao nos apresentarmos para fazer o curso para servir a Força Aérea, descobrir que eu era o xerife da turma , pois obtive a melhor colocação. enfrentando muita luta, frio intenso aprendi que dificuldade é estimulo para quem sabe lutar. nunca desista de teus sonhos, pois tentar não significa conseguir mais todos que conseguiram tentaram.

    Karinne Rocha de Lima Nº21
    Lorraine Cristina Nº 24
    2º "9"

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    1. Belíssimo quando li está obrar viajei numa dimensão infinita

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    2. Gostei muita Karinne!!! Parabéns pelo conto.

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  26. A bolsa branca
    Amanda e uma menina muito solitária, seus pais se preocupam muito pelo falo de ela não ter amigos e tentam de toda forma fazê-la sentir melhor.
    No seu aniversário Amanda ganha de presente uma bolsa branca e brilhosa de sua mãe, sua mãe diz que a bolsa e magica e trará vários amigos para o seu lado, Amanda fica muito contente pelas palavras de sua mãe.
    Amanda vai contar para o seu pai a novidade mas seu pai não dá atenção ela fica muito triste acaba indo para o seu quarto e se isola do mundo a fora, depois de um tempo ela dorme é quando acorda a várias crianças pequenas em seu quarto ela fica no primeiro momento assustada mais depois fica muito feliz por ter gente ao seu lado e não saber que não vai mais ficar solitária, a menina começa a ficar pensativa para saber de onde teria saído essas crianças.
    Mal Amanda sabia que era da bolsa que sua mãe teria lhe dado, no dia seguinte Amanda vai até a bolsa mas não ver nenhum de seus amigos da noite anterior e fica triste, seus amigos só apareciam quando a menina estivesse muito só, Amanda acaba indo para escola e lá ela sofre bullying de seus colegas por ela ser esquisita e falar sozinha, Amanda corre para o banheiro atropelando tudo que vê pela frente chorando e berrando, se sentindo diminuída pelo que as pessoas a julgavam, Amanda então acaba sozinha novamente seus amigos de sua bolsa aparecem vendo aquilo a menina fica feliz por saber que não estará mais sozinha e que terá alguém pra brincar...
    Assim eram os dias de Amanda em casa sua mãe nunca tinha tempo para ficar com a filha e seu pai bem ela não ligava muito para ela na escola continuava sofrendo bullying e todos os dias seus amiguinhos eram as coisas mais legais de sua vida.
    Depois de um tempo Amanda cresce e tem uma filha e descobre que sua filha sobre dos mesmos problemas que ela tinha quando criança, já que ela não tinha muito tempo para sua filha já que estava trabalhando muito para poder sustentá-la ela vê sua antiga bolsa que tinha lhe consolado por muito tempo e acaba passando-a para sua filha.

    Adriano Lopes nº 1
    Luiz Gabriel

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  28. era uma vez o homem chamado josé que surgiu em meio a uma plantação de girassóis perdido sem saber onde estava começou a vagar pelo campo em busca de alguém para lhe ajudarquando estava andando tropeçou em um livro de nome estranho ao abrir percebeu que havia uma chave dentro dele distraído com que horas acaba de encontrar escutou um barulho que vinha dos girassóis assustou se apressou passo levando consigo o livro ea chave após algumas horas de caminhada já com o sol se pondo avistou um casebre chega próximo desconfiado de cauteloso percebe assim que não há ninguém então entra para passar a noite .josé estava muito confuso confuso pois não sabe onde está cansado e preocupado depois tudo mudou eram muito diferentes suas roupas parecem um camponês do século 15 pensativo escutar escutou novamente aquele barulho e pergunta quem está aí de josé então surge uma pessoa no canto da cabana e diz sou eu uma mulher muito estranha com vestido longo e preto com capuz na cabeça eu 15 de josé sua sacerdotisa do rei débora quero livro que está com você você quiser me seguir mais cedo na plantação de girassóis sim e quero um livro agora mesmo soltou se você me disser onde estou descendo um monte de desaforo você está no meu você está no reino de saber reino como assim em que época estamos disse ele já preocupado você estava no século 15 na vila de castel de se a mulher já muito confuso confusa com como isso pode ser possível show do amazonas do século 21 já muito confuso e desesperado a mulher olha para josé e decide levar o oráculo que com certeza pode ajudá lo assim que o sol nasce os dois no altar o oráculo ao chegar josé 101 forte 26 assustando a mulher oráculo de imediato colocou sobre a cama e constata que você está morto a mulher não acredita e desconfia da palavra do buraco depois de algumas horas sem sem homens transando a sinal de que estava vivo a sacerdotisa do rio pega o livro a chave e vai embora morar com o que na verdade era bruxa do bosque disfarçado sendo este homem suas mãos sinto enorme raiva e desistir de ter um nome de um desejo imenso por causa de matar e torturar da pior forma possível sabendo que que ele estava apenas em um sono profundo onde estava amarrado na cama ele acorda e fica muito assustado e diz me solte o que você vai fazer comigo já tava horário quando a mulher se aproxima o homem vê sua verdadeira face é manu l sua namoradavocê despertou em mim o pior que tenho dentro de mim desde que entrou aqui se tem uma profunda raiva e agora mesmo sem sabersem saber porque estou assim vou te arrancar até a alma da forma mais dolorosa possível manoela vai para cima do homem começa a arrancar seus dias de seus braços e pernas e quando o sangue está se saindo de seu corpo de ardosia insuportável o homem acorda acordar deitado em sua cama com sua namorada manoela e seu lado ao seu lado e ela triste ele está suando e ofegante percebe que teve um sonho louco sonho podemos falar que um pesadelo

    carolina de souza cezário número 9
    eryck deyvison soares brasil número 13 2º ano

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    1. Obs: esta sem sinais e acentos pq fiz pelo celular ai fiz uma vez ele todo digitado certinho ai não enviou ai fiz esse assim pelo comando de vo pornisso que ficou assim pesso desculpas amanhã envio o correto pra vcs verem com a pontuacao mandei assim só pra não ficar sem nota ....

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  29. Pôr do sol
    Era mais uma tarde entediante de sábado, eu havia acabado de ter tido uma briga com meus pais. Cansada de estar ali, decidi sair um pouco afinal ainda sou jovem e posso curtir um pouco. Porém, minha ideia de diversão era um pouco diferente. Sai e fui ver o pôr do sol, levei meus fones de ouvido, um pouco de dinheiro e meu celular com minhas músicas depressivas.
    Eu não estava nem um pouco com vontade de conversar, afinal sai de casa para pensar, sozinha de preferência. Enquanto estava perdida nos meus pensamentos confusos, veio uma voz ao meu lado dizendo:
    - Belo pôr de sol, não acha?
    Era um garoto, por um instante pensei em ignorá-lo e sair dali, mas não é porque minha vida não está indo bem que eu vou tratar alguém que não tem nada a ver com ignorância.
    - Realmente, está muito bonito mesmo.
    - Você vem sempre aqui?
    - Não muito.
    Sério que ele vai ficar conversando comigo? Eu só queria pensar um pouco.
    - Qual o motivo especial de hoje?
    De repente decidi conversar realmente com ele, nada melhor do que desabafar o que se está passando com alguém.
    - Tive uma briga com meus pais, então pensei que seria bom vir aqui e sei lá, descansar minha mente.
    Houve uma pequena pausa na nossa conversa, estávamos parados ali, vendo o sol ir e a noite chegar. Quando ele disse:
    - Quer saber? Vamos sair daqui. Vamos?
    Como assim? Eu mal o conhecia. Mas, decidi ir. Aquele dia estava ruim mesmo, ele poderia melhorar.
    - Vamos.
    Ele pegou minha mão e saiu correndo. Puxei-o e mandei parar. Ele parou e fomos caminhando pelas ruas. Sem rumo. Apenas andando. Conversando sobre nossas vidas, tínhamos bastantes coisas em comum.
    Já estávamos cansados de tanto andar, então decidimos sentar no banquinho de uma praça. Tava bastante movimentada, porque era sábado, mas mesmo assim não nos importamos e ficamos lá.
    - Caramba, andamos que tanto que fiquei com fome.
    Ele riu de mim e eu também ri. Então ele levantou e comprou dois sanduíches e dois refrigerantes pra nós.
    - Nossa você tava com fome mesmo. Comeu feito um dragão.
    - Nem vem que você comeu mais rápido que eu.
    - Meu Deus, minha mãe vai me matar.
    - Mas por que?
    - Já esta muito tarde. Já tenho que ir pra parada pegar ônibus, antes que pare de passar.
    - Espera, vou ficar com você até o ônibus chegar.
    Então, levantamos e fomos para parada de ônibus o mais rápido o possível.
    - Já é o meu ônibus.
    - Mas já?
    - Sim, infelizmente. Obrigada por melhorar a minha noite.
    - Eu que agradeço, não sabe o quanto deixou a minha muito melhor.
    Dei um abraço nele e de repente ele me virou e me beijou. Estranhamente, eu não fiz nada. Nem o empurrei, nem nada. Só aproveitei o momento e quando terminou, meu ônibus chegou na parada. Subi e dei um tchau pra ele. Sabia que nunca mais o veria, mas fui para casa feliz e pensando no quanto a vida pode ser surpreendente às vezes.

    Amanda Jaqueline n°3
    2°ano 6

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  30. Sonho
    Lauriane tinha um sonho desde crianca era ser uma arquiteta.essa geracao vinha de familia, ela era jovem muito boa alem de ser uma pessoa pura nao consegueia dizer nao a ninguem sempre ajudou a todos que precisava dela sua amigas,familiares, e entre outros.
    Ela nem se divertia so queria saber dos seus estudos mal saia com as amigas ela tinha esse sonho na cabeça e nao queria dezistir tao facil assim, em um belo dia na escola ela olhou para um menino e gosto dele a primeira vista ,ficava olhando para ele todos os dias e deixou um pouco de lado seus estudos e ficava com pensando nele e ela decidiu contar para uma amiga que tava gostando de um certo menino ai sua amiga ajudou ela porque lauriane era muito timida e e um belo dia eles começaram a conversa e depois e um belo tempo começaram a namorar mais mesmo assim com tudo isso ela resolveu fazer a prova para poder fazer finalmente a faculdade que tanto queria e enfim passou. E enfim conseguiu

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  31. Esqueci....
    Suelem gomes n°36
    Manhã turma:2°9

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    1. Bela obra explendida e magnífica como um bela aluna da Sônia Santos 👏

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    2. este conto mostra que temos que focar nos estudos pois só ele nos garantirá um futuro, e o amor que fique pra depois se for verdadeiro supera tudo .

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  32. O Caçador
    parte 1

    Há muito tempo, em um lugar bem distante de tudo e de todos, existia uma pequena família de agricultores, era uma família com poucos integrantes, apenas o pai chamado Logan, mãe Susan e uma pequena garotinha cujo nome era Lótus. A família não plantava com o intuito de vender, mas para o próprio consumo, então as preocupações que o chefe da família tinha com o que ele plantava era pouco, claro que mesmo sendo agricultores não deixavam de ter alguns animais, dentro de casa existia um agregado, um ganso que já estava na família a pouco mais de dois anos, e do lado de fora, no curral, Susan criava um vaquinha leiteira, todo dia de manhã antes do sol nascer, ela levanta com o barulho do ganso cantando na sala anunciando que era hora de levantar, o leite também era para o próprio consumo, então só tirava o suficiente para o café e a janta, logo metade do que sobrava, jogava para os porcos que viviam em um pequeno chiqueiro nas extremidades da terreno pertencentes a família, e outra metade era destinado para a alimentação de um casal de Dogue alemão e claro os seus três filhotes.
    Como existia poucos animais no sítio, Logan se recusa a sacrificar-los para conseguir a carne, então ele saia para caçar com o cão chamado Pirilampo, Logan não gostava muito de sair para caçar, por que no dia seguinte ficava exausto e não conseguia realizar as suas funções diárias, mas ele não ligava, fazia esse sacrifício para o bem da família. Certa noite de lua cheia e com muitas estrelas que pairavam o céu sobre sua cabeça, ele saiu para a devida missão designada somente para ele e ao seu grande e fiel companheiro Pirilampo, rumo a uma floresta escura e tenebrosa.
    - Então vamos Pirilampo, mais uma noite, será que vamos ter sorte hoje?-
    O cachorro não fez nenhum som, mas Logan acreditava que Pirilampo conseguia ouvi-lo e entende-lo, e até mesmo responde as perguntas direcionadas a ele, o problema era que não sabia falar o mesmo idioma.
    Todas as vezes que Logan saia sem exceção, ele dava um beijo na sua esposa e na sua filha, mas só que dessa vez ele se esqueceu, lembrou apenas de pegar seu estilingue, e uma zarabatana, pareciam ser instrumentos simples, mas Logan cresceu usando o estilingue como arma, em sua infância ele utilizava bastante, era a principal arma de seus arsenal, quando completou seus doze anos já tinha perdido a conta de quantos passarinhos já tinha derrubado com a sua arma mortal, a zarabatana, era uma arma com aparência “tão simples”, mas quando completo seus dezoito anos, seu pai ensinou a como tornar essa arma ‘tão simples” em um instrumento de morte letal, o segredo estava no jeito com que ele segurava a arma, e uma substância que ele colocava na ponta da lâmina, era um veneno de cobra, pouco comum daquela região, quando a lâmina atingia o seu alvo o veneno logo entrava em ação, o animal sentia dores intensas, o veneno ia direto para o coração, demorava apenas alguns minutos para o animal entrar em óbito, claro que com o alvo atingido, por instinto fugira, mas ai que entra o Pirilampo em ação, ele farejava o sangue da vítima e ia ao seu encontro, e pouco tempo depois ele trazia a caça em seus dentes.
    Naquela noite de lua cheia, Logan andava atenciosamente pela floresta, escolhendo

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  33. parte 2
    Naquela noite de lua cheia, Logan andava atenciosamente pela floresta, escolhendo um bom lugar para montar uma armadilha, caso o estilingue e a zarabatana não funcionassem. Depois de uma boa caminhada a procura de um lugar para a armadilha, andou mais e achou um lugar para se esconder, Logan ficou sentado com uma pedra na mão para o estilingue e com a zarabatana armada e pronta, ele e o cão ficaram em silêncio por um bom tempo, apenas observando.
    - Sabe, não gosto muito de sair para caçar, quer ver que amanha vou ficar todo sonolento, e não vou conseguir arar a terra para o milho.-
    Os dois ficaram em silêncio.
    -Esqueci que você não fala-
    Logan não parou de olhar para os olhos do cão, então chegou a uma conclusão, que ali dentro ele tinha comentado alguma coisa. Der repente as orelhas de Pirilampo subiram e rapidamente desviou a sua atenção para uma árvore atrás de Logan, e como aquela não era a primeira vez que vez que Logan caçava, entendeu o sinal do cachorro, rapidamente se virou e esticou a borracha do estilingue ao máximo que podia, ele fechou um olho e ficou com a mira apenas no olho direto em direção as árvores em sua frente, observou por alguns minutos até que o animal mexeu as copas de algumas árvores, Logan viu que o animal estava se concentrando todo os seus movimento em apenas uma árvore, e se endireitou para o ataque, foi quando surgiu um primata de tamanho médio que ficou observando Logan em cima de uma árvore iluminada pela luz prateada do luar, Logan esperou o momento certo para o ataque, mas percebeu que o animal não tirara os olhos dele, parecia até que o animal sabia que ele estava La, foi quando sentiu um forte arrepio que veio da sua cabeça e passou por todos os seus músculos até chegar aos dedos do pé, achou estranho Pirilampo não estar latindo, quando olhou pra trás a procura do cachorro não viu nada e percebeu que alguma coisa não estava certa.
    Quando voltou a sua visão para a árvore, deu de cara com uma estranha criatura que antes estava em cima de uma árvore a mais de cinquenta metros de distância e que agora está diante de seus olhos, Logan achava que tinha visto um primata de médio porte, mas se tocou que o animal tinha mais de dois metros e meio, e logo entrou em desespero e não sabia o que fazer, o monstro ficou parado sem mexer um músculo, então Logan teve coragem o suficiente para olhar para cima, e viu uma face que lhe causava um terror interior, vendo aquela criatura que possuía os olhos vermelhos, sangue espalhado pelo corpo todo e com um cheiro de carne podre, Logan queria sair correndo, mas viu que o animal possuía uma musculatura melhor que a dele e que se corresse ia só piorar as coisas, foi quando Pirilampo reapareceu em meio ao mato fechado com um salto na direção no que antes Logan achava ser um primata, Logan não pensou duas vezes e sabia que aquela reação do cachorro era o modo de falar “corre”, então Logan saiu em disparada em uma direção aleatória sem olhar para trás, correu, correu e correu sem ao menos parar para respirar até chegar ao ponto que não aguentava mais, foi que pensou em se esconder, ele viu uma árvore caída em cima de um buraco, então rapidamente cavou ainda mais o buraco o suficiente para que conseguisse entrar e permanecer invisível ao monstro, não demorou muito para que o monstro desse o seu rugido, que causou pânico em Logan, quanto menos ele esperou o monstro apareceu nos galhos, farejando o rastro de medo, nesse momento o monstro pulou da arvore onde estava em direção ao chão, assim caindo com toda força no, como Logan estava completamente deitado conseguiu sentir um leve tremor causado pelo impacto.

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  34. parte 3
    Avistando o monstro farejando o rastro dele, ficou frio quando monstro veio em sua direção, estancou o seu choro e seu soluço, o monstro veio se aproximando cada vez mais, até chegar ao ponto de pisar na mão de Logan que estava um pouco pra fora do buraco, com o peso absurdamente pesado da criatura, soltou um pequeno gemido, que fez o monstro muda a sua direção e acabando saindo da visão de Logan. Quando escutou que o monstro estava se distanciando se sentiu mais aliviado, e resolveu ficar por ali mesmo até que fosse mais seguro volta para casa, se acomodou onde estava e tentou dormir, mas não conseguiu sucesso, ficou pensando na morte do seu leal amigo Pirilampo.
    Com o raiar do dia Logan se levantou rapidamente, só que teve que achar a trilha de caça onde ele estava, quando ele correra do monstro não sabia por onde estava passando, quando achou onde tudo começou, ficou com receio de ficar mais tempo do que o necessário, Logan recolheu o seu armamento e foi revistar a armadilha que deixara armada na noite passada, viu que tinha um pequeno mamífero preso, apanhando o animal ainda vivo, cortou a garganta do animal e esperou um pouco até que todo sangue terminasse de escorrer, durante esse tempo ele ficou atento com qualquer movimento que viesse acontecer, de
    qualquer animal que andasse, voasse ou pulasse, depois que o sangue terminou de sair com tanta intensidade foi rumo a sua casa.
    Quando saiu da floresta e entrou em seu terreno, sentiu outra sensação estranha que nem na noite anterior, e prosseguiu, quando se aproximou mais ainda, viu que alguma coisa estava certa, viu que a casa estava deformada e viu que os animais estavam soltos, quando foi a procura de Susan e Lótus dentro de casa, se deparou com uma enorme poça de sangue espalhado por todo chão da sala e viu três corpos, Logan entrou em desespero, caiu sobre o chão e não parou de chorar, ele já sabia que aqueles corpos era da sua mulher e sua filha, ele ficou sem entender nada, até na hora que ele reconheceu o terceiro corpo e viu que era apenas um pedaço do que sobrara do seu cão, foi então que ele encaixou tudo e percebeu que quando o monstro parou de farejar o seu rastro, saiu para outra direção, essa direção era a sua casa, o monstro acabou devorando uma vaca, dois porcos, um cachorro, e deixou os restos de uma mulher e uma criança. Logan, depois de ver seu mundo acabado, só achou um modo de resolver isso, pegou uma corda amarrou em uma arvore e se enforcou diante do que sobrara do seu sítio, logo ao anoitecer o monstro voltou ao mesmo lugar, e devorou o corpo desalmado de Logan.
    Rafael Teixeira Nª 26
    Luana Alvez Nª22

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  35. A carta jamais lida
    Lá estava eu ,numa rua escura e silenciosa num ponto a muito esquecido da cidade , nessa rua fica o fliperama foi onde a vi pela primeiraprimeira vez ,vi ,seus olhos castanhos ,seu cabelo de um vermelho vibrante e um belo sorriso no rosto ,imagino que seria a vida extra que ela ganho no jogo . Tomei coragem - Oi-falei ,correspondido , -Sou Kevin.O nome dela era Shofia ,o nome mais lindo que já ouvi.Depois dessa "conversa " nos encontramos várias vezes na frente do fliperama pra conversa e fala sobre coisas que outras pessoa achariam besteiras ,idiotas, mas ela era diferente , ela me entendia. Mas em um belo dia de Primavera la estava eu esperando ela , fique até o anoitecer mas ela não chego . No dia seguinte ela também não chego ,e foi assim até os dias que se passaram ,perdi a conta,.Agora nessa noite fria , -Por que está fria ?,acho que era meu corpo dizendo que estava chegando a minha hora , nesse mesmo instante vi o rosto dela estampado com o seu belo e magnífico sorriso ,mas era apenas minha imaginação me dando um pouco de felicidade antes do meu fim .Shofia se estiver lendo isso nunca esqueça que eu sempre te esperei. No lugar que nos conhecemos eu partirei para o a tal " morte " - Adeus!
    2˚ano 06
    Thiago José N˚40
    Alice Ferraz N˚01
    Lohane

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  36. A mulher estranha
    O sol estava se pondo, voltava para casa de ônibus, depois de um exaustivo dia de trabalho. Encostei minha cabeça na janela senti-me desconfortável, mas não me importei, e acabei pegando num sono profundo.
    Senti algo me cutucando,acordei , esfreguei os olhos, ainda não havia chegado ao meu destino, olhei para o lado e vi uma mulher loira e de pele clara bem vestida. Ela me perguntou:
    -Poderia me informar onde fica o centro?-percebi seus dentes amarelos.
    -Moça, desça no próximo ponto, pois já passou uma quadra à frente do seu destino. -falei ainda meio sonolento.
    A tal moça coçou seus espessos cabelos, fez uma expressão de frustração e voltou a falar:
    -Muito obrigado. Mas então para onde você vai?
    Comecei olhar torto para ela.
    -Vou descer no ponto final.
    Ela então falou:
    -Perdi a urgência de ir para o centro, resolvi lhe acompanhar até o ponto final. -Meu olho esquerdo tremeu.
    -Pois é, mas não é muito longe do seu destino?-Ela estava estranhamente calma.
    -Não me importo.
    Daí por diante ela começou a falar de sua vida e por ai foi. A conversa ficou tão enfadonha, que acabei explodindo:
    -Moça pelo amor de Deus está vinda do trabalho me deixa exausto e estou querendo tirar a minha corriqueira soneca do ônibus que você com sua tagarelice me atrapalhou!
    -Vou falar dos seus maus modos ao seu superior queridinho. -Aquilo gelou a minha espinha.
    -A qual superior você se refere?
    -Os superiores a que me refiro, são superiores dos seus superiores,mas já que não sou bem vinda para uma conversa no fim da tarde,então vou indo.
    Ela levantou e disse:
    -Eu sempre vou estar te observando.
    Dito isso desceu e eu acordei!Tudo não passou de um sonho!Acordei com o motorista me cutucando:
    -Moço já chegou ao ponto final.
    Levantei-me, esfreguei os olhos e disse em pensamento: será que acabei de falar com um espírito no meu sonho?Sei que foi muito estranho.
    Bruna e Gracias 2°8

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  37. A resposta de Clarice
    Era uma tarde quente de verão,o medo tomava conta da pobre menina que estava sentada na última carteira da sala.
    Nervosa e com o coração a sair pela boca de tanta ansiedade, escuta a ser chamada pela professora: - Clarice?!
    Trêmula,levanta-se de sua carteira e aproxima-se da professora , que com um largo sorriso no rosto entrega a prova à menina dizendo: -Parabéns,continue assim!
    Com grande felicidade pelo elogio que recebera da professora e com o medo passando; responde: -Continuarei assim, pois meu sonho é ser igual a ti professora!
    Ao final da aula, a professora ainda surpresa com a resposta de Clarice à agradece por ser um exemplo para o futura da jovem menina. Feliz por tudo que ouvi da professora Clarice a surpreende novamente com um longo e apertado abraço.

    Thailine Anselmi e Ingrid Cristine 2º14

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  38. Bem vindo ao ano 3000
    Anne estava indo calmamente pra sua entediante escola com seu hoverboard o observando o design da cidade que ela achava muito legal até ver uma platinha nascendo num certo local que Anne faz questão de estragar passando por cima, que na opinião de Anne aquela planta era uma coisa fútil por que naquele tempo atual as pessoas cobiçavam muito, Anne achava desnecessário.
    Lá estava Anne começando pela primeira vez umas das aulas de assistir os documentários do passado, mais ela sempre se perguntava por que deveria assistir a aqueles filmes, oque importava o passado, oque tinha o de tão importante. Anne era uma adolescente que vivia o momento, não gostava de pensa nas consequências de suas ações. Atravessando um campo de energia, Anne entra numa sala com seus demais colegas Anne sentava no seu devido lugar de costume esperando a professora do play nas imagens que vinha em seu rosto.
    Depois que a professora de Anne dar o play, Anne não da muita importância às imagens, até que ela percebe uma coisa que se destacava. O verde que Anne via era abundante que nos dias atuais era quase extintos, o jeito que as pessoas respiravam sem tubos respiratórios, como as pessoas não era dependente da tecnologia que nos dias atuais e meio que impossível essa probabilidade, os lagos limpos que Anne via que o comparavam com os lagos atuais poluídos, as construções de antigamente que era bem diferente das atuais que na opinião de Anne as atuais são bem mais legais. Mais oque Anne não entendia porque deveria assistir tudo aquilo, porque deveria observa aquelas pessoas, eles queriam esfregar como as pessoas eram mais saudáveis, mostrava ser mais felizes.
    Anne continuava sem entender nada, até que a professora deu play na parte 2, Anne se perguntava por que deveria saber tudo aquilo que acaba de ver. Ao ver as imagens da segunda parte do vídeo Anne fica chocada, Anne observava as guerras, destruições de construções que no momento anterior ele tinha acabado de ver intaquitas, a violência, as pessoas poluindo o lagos, às florestas sendo desmatadas, os carros poluindo o ambiente, a poluição sonora, o preconceito, as situações mais horríveis do ser humano, como o ser humano agia antigamente.
    Anne ainda estava chocada pelo que tinha acabo de ver, mais agora Anne entendia o porquê daquela aula, Anne compreendia a importância de saber tanto do passado, o nó na garganta de Anne surgia, Anne sabia que não era daquela geração só que ela observa os defeitos do ser humano, as ações e as consequências, Anne sentia vergonha naquela hora, Anne tinha vergonha de ser um humano, agora Anne comparava o passado com presente atual, como as coisas mudaram, parece que o ser humano aprendeu a lição afinal, mais ainda com as consequências do passado, agora o ser humano refletia sobre seus atos, agora Anne refletia sobre seu ato.
    Ao termina a aula, Anne pega seu hoverboard e vai no local que tempo antes tinha acabado de ir, e ver aquela planta que ainda tinha sobrevivido a ação de Anne, Anne pega essa planta coloca no jarro e a leva pra sua casa, aquela ação de Anne era como uma desculpa a natureza pelos ser humanos.
    2°13
    Brenda Feitoza
    Emily Marinho
    Lorena Elisa

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    1. Ficou bem interessante, e legal essa ideia do futuro

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    2. Do jeito que ta indo as coisas e bem capaz de isso acontece, ficou ótimo parabéns!

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    3. :) Parabéns! Ficou bem legal, pois mostra uma visão bem interessante sobre o cuidado ao meio ambiente.

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  39. Este comentário foi removido pelo autor.

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  40. Generosidade gera generosidade

    Caio era um adolescente que não conseguia compreender a vida como ela era que tentava mudar de qualquer jeito as situações ruins pelas quais passava que queria mudar até mesmo a forma que as pessoas pensavam da vida. Mas, Caio não tirava suas ideias do papel, falava tanto e agia de menos, dizia muito, porém não era o que ele tomava de exemplo para si. A família que Caio tinha só era sua tia Lourdes que pouco se importava com sua existência, foi largado em um orfanato quando era mais novo e cresceu pensando em fazer a diferença nesse caos em que ele e todo o resto da humanidade vivem.
    Foi pensando nisso que ele desenvolveu a ideia de ajudar as crianças do orfanato com um trabalho social e movimentar pessoas para isso. Quando ele voltou à primeira vez ao local em que foi deixado quando criança, não sentiu aquele ressentimento, pelo contrário, foi bem cuidado pelas pessoas que ali trabalhavam na época. Então, visitou as crianças e falou com as pessoas responsáveis, desenvolveu o projeto que há tempos tinha planejado, mas que ainda não tinha saído do papel até aquele momento.
    Caio buscou arrecadar o máximo de roupas e alimentos, e foi atrás de famílias pelas quais estariam interessadas em ter filhos, mas não podiam. Teve um resultado maior que o esperado e conseguiu ajudar a maioria das crianças. Ele foi reconhecido por isso mesmo sem querer, o diretor do orfanato lhe premeia com um valor em cheque, o qual ele usa para montar uma instituição carente.
    Mas chega uma fase da vida em que Caio se pergunta “Qual o sentido de estarmos aqui?” não era uma pergunta aleatória para ele, finalmente tinha visto que não estava fazendo nada, e foi quando ele viu que tinha se tornado vítima de suas próprias palavras, vivendo em uma inércia imensurável, mas foi preciso para ele realmente agir de tal forma que serviria de incentivo não só para ele, mas para outras pessoas e era isso que ele tanto ansiava.
    Caio seguiu buscando respostas para todas as suas perguntas, e quando conseguiu, ele foi buscar as respostas de outras pessoas, ele sabia que estaria de certa forma fazendo a diferença para alguém e para si mesmo.
    E ele podia confirmar isso muito bem em cada sorriso que lhe era dado em troca, Caio era um verdadeiro colecionador de risos, esse era o maior prazer da vida dele. Dar e receber com alegria. Sim, literalmente com alegria.

    2°6
    Alicia Nascimento Paes
    Taiane Inaiá da Silva

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    1. Amei a historia💖💖💖💖👏👏👏😍😍😍

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    2. adorei, melhor conto ����

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    3. Parabéns, lindo conto , vc ė um amor de pessoa.

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    4. Adorei! É um conto muito bonito e motivador!

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    5. Amei o conto! Parabéns! 😍❤

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    6. Linda história, belo conto ! 😉

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  41. O anjo esculpido
    Era verão, e o sol raiava, as tulipas floresciam nos campos ao norte e, ao sul, observava-se morangos e, no alto de um morro estava lá ela, com seus cachos de ouro, seus olhos cor de mel, seus cachos pendiam sobre seus ombros, seus pés descalços sobre a grama verde. Tecia-se sobre seu corpo um vestido azul desbotado e sujo, em suas feições aparentavam noites em claro, tinha uma pele sensível, parecia um anjo esculpido.
    Ao leste avistava-se tropas de batalha que viam a todo vapor em direção à donzela. Então sai correndo em direção à ela para protege-la, ela olhava fixamente para as tropas vindo em sua direção, eu balanceia tentando despertar do seu devaneio, peguei em seu braço e puxei-a para nós corrermos, mas ela me deteve e voltou seu olhar para as tropas, em segundos seus olhos passaram de mel para um azul profundo do mar e um trovão desceu do céu sobre as tropas, matando a todos. De volta aos olhos de mel ela corre morro a baixo para o oeste, em direção ao um lago de águas cristalinas, que eu não havia reparado. Eu sai correndo atrás dela, dizendo: - Espere-me bela moça!
    Ela parou de repente e voltou o seu olhar para mim, e disse: - O que tu queres rapaz?
    - Primeiramente, desejo saber o nome desta formosa donzela?
    - Se perguntas, certamente não se importa em dizer-te primeiro!
    - Me chamo Fernando, e a senhorita?
    - Meu nome é Verônica.
    - Sua beleza me fascinou jovem moça.
    Ela me olhou de relance e de um jeito provocador.
    - Sabe você também não é de se jogar fora.
    Meu queixo caiu, fiquei boquiaberto em ouvir aquelas palavras, nunca ninguém havia me dito algo assim e sempre fui um rejeitado da vida.
    - Quero que vá comigo a minha mansão, gostei de você e quero lhe conhecer melhor.
    Ela prosseguiu com naturalidade e fiquei mais surpreso ainda. Ela aproximou-se de mim e enroscou-se em meu pescoço tascando um beijo em minha boca, fiquei paralisado, mas retribui e, quando me aproximei dela uma sirene começou a soar e dei um pulo de susto, quando me dei conta que estava no chão, enrolado em um emaranhado de cobertores, minha cama ao lado toda bagunçada e o despertador tocando freneticamente, meio confuso m levantei e, tristemente caminhei até o banheiro consciente de que era apenas um sonho!
    Alunos: Caíque Thiago.
    Emanuele Alves.
    Karine Ciola.
    2º ano 14.

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  42. A carroça
    Morava seu João numa fazenda com sua esposa Teresa ,era mais de cinquenta anos de casados . A pobre mulher num dia quente passando dos quarenta graus, colhia as espigas de milho e colocava em uma cesta de diversas frutas , ela colhia para seu João levar para a feira da cidadizinha que ficava , bem próximo dalí . Seu João já com a brava quentura , dizia : - Teresa onde está meu chápeu , não quero fica sem meus cabelos brancos , que já são poucos que me restam . A pobre mulher entrava na velha casa , e trazia o chápeu junto com a cesta . Dizia ela : - Vê se não esquece esse maldito chápeu , já estou cansada de tanto procurá-lo , e leve com você a cesta de frutas , vê se não a esqueça também , meu velho.
    A estrada meio emburacada , matos ao redor e pedras quentes e grandes , o cercava , era um sacríficio sair da fazenda . Com a cesta na mão seu João avistou uma carroça , de grandes rodas e um cavalo sardento, estara cansado de caminhar , pela estrada . Subiu na carroça e foi rumo a feira da cidadizinha . Chegando na feira amontuada de várias ofertas ofertas de frutas , legumes , galinhas e entre outros . Seu João logo escutava os feirantes dizendo : De onde seu João conseguiu essa carroça velha ? Será que robou de outro vendedor de frutas ? . Já irritado seu João dizia : "O que vocês acham ? seus tagarelas ." A carroça já tavá dando o que falar na cidadizinha . Até um senhor de olhos palhidos e meio corcunda ouvir o que tanto se falava , lembrou rapidamente de sua carroça que tinha cido roubada , foi correndo até o pobre João . Chegando na feirinha viu sua velha carroça . Avistou o pobre velho e disse : - Meu senhor fico feliz em ter encontrado a minha velha carroça , já estava indo na delegacia dando ocorrência de sua busca .
    Seu João espantado e triste por perde a carroça ao corcunda dizia : - É sua a carroca ? Tinha achado no meio da estrada , já que num tinha avistado ninguém , trouxe ela Até a feirinha, me ajudou bastante com o peso da cesta .
    O rapaz dizia : É minha sim , fico feliz enter o ajudado mais preciso leva-lá comigo , antes do meio-dia , como o senhor me parece um bom feirante vou lhe dar , uns trocado do meu pobre salário , pegue e compre novas sementes de frutas.
    O feirante logo ficou feliz pela quantia e voltou para casa com novas sementes , onde plantou com Teresa na horta da velha fazenda , nasceu novas frutas , os lucros aumentaram na feira e conseguiu comprar uma nova carroça para as frutas . Agora , Teresa e seu João iam todos os dias juntos na carroça , para a feira da cidadizinha.

    Nauana Horrana N° :29 2°9
    Jennifer Santos N°:19 2°9

    Professora não deu para postar 02 e 03/04 devido a internet que vivia caindo mais hoje consegui.

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    1. gostei tipo uma história real...

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    2. Ótimo conto , bem coeso com a realidade uma grafia excelente também, e de acordo com a norma culta da língua portuguesa.

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    3. muito bacana, seu conto mostra que devemos ser honestos e devolver oque não e nosso, pois tem pessoas que precisam mais. parabéns ótimo conto .

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  43. Amenina e a Flor
    Num belo prado verdejante, uma menina era transportada pelo reino da imaginação. Sonhava com a justiça, o amor, a fraternidade. Sonhava com uma utopia sagrada, que lhe enchia a sua pequenina alma, escondendo uma grandeza imensa, especialmente, para a idade que tinha.

    Num esplendoroso dia de primavera, o inesperado aconteceu: enquanto contemplava uma das suas predilectas lilases açucenas, deparou-se com um acontecimento fora do comum, que a fez estremecer.
    – Olá pequenina, quão bela és tu! – Exclamou uma vozinha doce, vinda dos recônditos do seu jardim.
    – Estás mesmo a falar comigo? Não posso crer! – Espantou-se a menina dos cabelos, cor de amêndoa, ao passar os seus delgados dedos pela sua desprevenida boca.
    – Sim, mas por favor não temas. Quero ser tua amiga, pois sei bem o valor que tens, a pessoa maravilhosa que és.
    – Estarei a sonhar, eu que sonho muito? Eu não posso estar mesmo a falar com uma flor, pois isso só acontece nos contos de fadas como me ensinou a minha querida mamã. – Balançou as palavras ao sabor do vento, que agora acompanhavam as fortes batidas do seu coração.
    – Não estás a sonhar, isso te garanto eu. Queres ser minha amiga? – Perguntou a flor à menina. – Vamos passar a encontrar-nos todos os dias a esta hora, celebrando a grandeza da natureza?
    – Céus, nem podem acreditar em tamanha felicidade! Quem me dera poder partilhar esta alegria imensa com todos os meninos. Neste momento, sinto-me a menina mais abençoada do mundo. Claro que quero ser a tua amiga.
    – Como boas amigas, que nos tornaremos, farei com que passes a conhecer todas as solidões de uma triste e sombria flor, que aparentemente morta renasceu graças à tua singular presença. – Falou em tom amoroso a flor.
    – E eu revelar-te-ei todos os meus sonhos, medos, aventuras, fazendo-te descobrir o verdadeiro significado da amizade – Chorou de alegria a menina dos cabelos, cor de amêndoa, que ao inclinar-se suavemente em direção às coloridas pétalas da pequenina flor, julgou ter ouvido o bater de um coração, de um coração tão bom, que lhe deu logo vontade de fechar os seus olhos e sonhar com um jardim repleto de mil e uma açucenas, que lhe sussurrassem ao ouvido um: “ gosto de ti”. No entanto, não foi preciso fazê-lo, pois bastou-lhe lembrar-se de que lhe bastava uma só, precisamente aquela, para encher a sua pequenina, mas grande alma de uma eterna felicidade, que podia tocar num simples sussurro de coração a coração.
    E assim se faz uma imensa amizade tecida por simples momentos, que ainda que fossem breves permaneceriam para sempre no solo das suas memória
    2°14
    alunas: Dhessica
    alunas:natasha

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  44. PELOS OLHOS DE UM PERDIDO
    Portão fechado, dinheiro no bolso, passos na rua, passos na rua, passos na rua, passos na rua, curva a esquerda, passos na rua de terra, passos na rua de terra, passos na rua de terra, passos na rua de terra, curva a direita, passos na rua, passos na rua, passos na rua, passos na rua, avisto mercearia, passos na rua, passos na rua, passos na rua, mercearia fechada, curva a esquerda, passos na rua, passos na rua, passos na rua, passos na rua, avisto mercearias, passos na rua, passos na rua, mercearia fechada, mercearia fechada, mercearia fechada, passos na rua, passos na rua, penso em voltar, passos na rua, mapeamento mental lógico, curva a direita, passos na rua, passos na calçada, passos na calçada, passos na calçada, passos na calçada, passos na calçada, cão feroz, passos na calçada, passos na calçada, passos na rua, mapeamento mental lógico, curva a direita, cães atrás, passos na rua de terra, passos na rua de terra, cães agitando- se, passos apressados na rua de terra, passos apressados na rua de terra, cães latindo, correndo na rua de terra, cães atrás, curva desesperada a esquerda, cães seguem reto, vejo- me perdido.
    Passos ansiosos na rua de terra, passos ansiosos na rua de terra, passos ansiosos na rua de terra, passos ansiosos... na poça de lama, passos esquivados das poças, passos esquivados das poças, mercearia a frente, passos na rua de terra, entro na mercearia, passos no piso, apanho a mercadoria, entrego o dinheiro, passos na rua de terra, localizo- me a um quilometro do meu ponto de partida, passos no asfalto, passos no asfalto, passos no asfalto, passos no asfalto, homem suspeito, passos apressados no asfalto, revolver a mostra, passos apresados no asfalto, revela o assalto, penso em fugir, esvazio os bolsos, nada há, arma apontada, tiro no peito, acordo assustado.
    Despertador incomoda, seis horas, organizo a mochila, pão e manteiga, café e leite, portão fechado mochila nas costas, cão feroz na calçada, passos na rua, passos na rua, mais cães ferozes na calçada, passos apresados na rua, cães agitando- se, correndo no asfalto, cães atrás, ruas vazias, correndo no asfalto, homem suspeito, cães dispersam- se, lembro- me do sonho, tento fugir, correndo na rua de terra, revolver a mostra... encontro meu destino?

    Victor Lobato de Carvalho n° 35
    Geysmiller Magalhães nº 14
    2° "07"

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    1. Amei, mandou bem. Como sempre inteligente!

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  45. Parte 1
    Morte para Amar
    O amor não tem somente um lado positivo, maravilhoso e perfeito. Ele também pode causar dores, estrago e morte. Mas a consequência do amor depende de quem o detém, de quem ama. Lucas experimentou o pior dos lados do amor, mas não se arrependeu do que fez no fim...
    - Por que você ainda não falou para ela o que sente? Você pode acabar se arrependendo de nao ter feito isso depois. Vai que ela comece a namorar?
    - Eu não posso falar, isso pode estragar a nossa amizade se ela não sentir o mesmo por mim. E não tem como ela namorar, todos os garotos fogem dela.
    - Continue pensando assim e você vai perder mesmo a amizade dela. Agora eu vou indo porque tenho que fazer uns trabalhos.
    Durante toda a noite Lucas não conseguiu parar de pensar no que seu amigo havia lhe dito. Seria mesmo verdade? Será que se ele falasse para Carola tudo iria continuar igual? Será que havia a mais remota possibilidade dela também sentir o mesmo por ele? Após passar horas pensando ele decidiu que no dia seguinte falaria com ela na escola. Ele iria se declarar e não se importaria com as consequências.
    - Carola? Será que eu posso falar com você agora?
    - O que você quer? Estou com pressa, nos falamos mais tarde Lu. - Carola tinha começado a andar quando Lucas a puxa pelos braços.
    - Lucas me solta. É sério. Eu tenho um compromisso!
    - Não posso. Tenho que falar com você agora!
    - Pra que toda essa urgência? É o contato de alguma amiga minha? Pega meu celular que está dentro da bolsa, mas me deixa ir.
    - Por que está com pressa? Vai ter algum encontro? - Lucas riu quando fez tal pergunta.
    - Sim. Algum problema?
    - Isso é impossível. Não tem como algum garoto em sã consciência querer sair com você. Você é baixa, nerd, estranha, tem o cabelo ruim- - a fala de Lucas foi interrompida por um estalo, demorou alguns segundos para ele perceber que aquilo havia sido um tapa.
    - Eu te odeio Lucas! - lágrimas caiam por sua face.
    Aquela não tinha sido a intenção de Lucas, ele não queria magoá-la. Ele sempre fizera esse tipo de brincadeira, mas ela nunca havia reagido daquele modo. Por que tinha sido diferente dessa vez? Por que ela tinha reagido de tal modo? Um sentimento de culpa começou a invadir o coração de Lucas a ponto de não deixá-lo pregar os olhos durante a noite. A única coisa na qual ele conseguia pensar era na imagem de Carola correndo enquanto chorava. Sempre mais e mais longe dele.
    - Lucas? - a mãe de Lucas estava batendo na porta.
    - Sim? Pode entrar. - a mãe de Lucas entrou e ele se espantou quando viu que a mesma estava chorando.
    - Mãe? O que aconteceu?
    - Lucas... A Carola... - antes mesmo de terminar a frase a mãe de Lucas começou a soluçar e chorar mais e mais.
    - Mãe? O-o que aconteceu com a Carola mãe?!
    Júlia começou a explicar o que tinha acontecido e a medida que a mesma explicava Lucas era possuído por um desespero e por uma tristeza profunda. O mesmo caiu de joelhos no chão e afundou sua cabeça entre as pernas, chorando igual uma criança. Durante uma hora ele chorou e berrou. Não podia ser verdade. A Carola que ele conhecia não se deixaria ser vencida por uma doença. A menina que ele amava nunca demonstrou sinal de qualquer doença. Sempre cheia de energia e sempre cheia de alegria, ele nunca pareceu cansada sequer. Então como? Como ela conseguiu esconder algo tão sério dele? Como esconder um câncer de seu melhor amigo? Não era possível, não era aceitável. E agora? Como ele conviveria com a culpa e a dor de nunca ter falado para ela o que realmente sentia? O que faria com aquele amor que ele sentia? O que faria para amenizar aquela dor? Será que aquela dor algum dia passaria? A pior noite de todas ficaria gravada para sempre em sua memória. Aquela dor nunca sairia de seu coração.
    Aluno: Gladson Brenner de Souza Abreu Nº 15 / Ariel Moraes Nº 07
    Série: 2º Ano 07

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  46. Parte 2
    No dia seguinte, na escola, o clima não estava alegre e nem festivo como sempre fora. Todos sentiam a dor da perda. A mascote da escola, aquela que todos admiravam tanto acabara de partir para nunca mais voltar...
    - Lucas... Todos nós sentimos a mesma dor que você. Então... - Michele começou a chorar.
    Todos os professores chamaram Lucas para conversar. Todos sabiam o que ele sentia pela Carola e sabiam da amizade do mesmo, estavam todos preocupados com o futuro dele a partir daquela perda. Mas nada do que falavam ajudava. Ele nem mesmo sabia porque estava ali. Por que ele se dera ao trabalho de ir aquele lugar que somente traria mais e mais lembranças? Mas era exatamente por isso. Ele não queria esquecê-la. A dor era insuportável e nem um minuto sequer as lágrimas paravam de cair...
    Ir ao funeral nem lhe passou pela cabeça. Por que ele iria? Ele tinha a imagem de uma Carola sorridente e forte, não precisava que distorcessem essa imagem que tinha dela. Ele não precisava ver seu lado melancólico e triste. Ele não precisava ver seu lado frágil, ele não precisava sentir a morte dela. E ele se manteve distante, recluso, depressivo e absorto numa agonia dolorosa durante seis meses. Sem ir visitar seu lugar de descanso sequer uma vez. Mas uma mensagem de texto antiga lhe fez encarar a realidade: "A razão para suas feridas não curarem quando você tenta esquecê-las é porque você tem que lembrar delas para então esquecer. Eu continuo dando voltas e voltas em círculos, mas agora é a hora do relógio começar a funcionar de novo." Ele sabia que ela tinha tirado aquilo de um anime e que ela lhe enviara aquilo porque ele era muito bom em desistir das coisas facilmente, ou de sempre se culpar, mas sempre que ele lia aquilo imaginava ela falando e ouvia sua voz firme e brincalhona, o que sempre fazia ele seguir em frente. Aquela frase não apareceu novamente na sua caixa de mensagem por mera coincidência...
    - Eu sabia que um dia você viria... - Lucas sobressaltou-se com aquela voz, era impossível, mas ao virar-se viu que era apenas a mãe de Carola. Alívio e decepção invadiram seu coração. - Carola não amava você somente porque você é um garoto bonito... - um sorriso dolorido transpassou o rosto de Lucas. - Aqui, isso é para você, finalmente poderei realizar o último desejo de minha filha. Até mais Lu.
    Uma carta...
    "A razão para suas feridas não curarem quando você tenta esquecê-las é porque você tem que lembrar delas para então esquecer. Eu continuo dando voltas e voltas em círculos, mas agora é a hora do relógio começar a funcionar de novo. ~ Eu amo você Lucas, não deixe que minha morte e meu amor seja em vão. Sabe por que eu não falei com você hoje? Porque vim fazer a última cirurgia que pode me salvar ou me levar de vez. Caso esteja lendo isso é porque não deu certo, mas saiba que eu não me arrependo de ter tentado. Você me deu uma razão para querer viver e foi exatamente por isso que eu quis tentar essa última esperança. Isso não é um adeus, eu vou estar sempre com você Lu idiota. Eu te amo, até os sonhos. "

    Aluno: Gladson Brenner de Souza Abreu Nº 15 / Ariel Moraes Nº 07
    Série: 2º Ano 07

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  47. Muito legal a história, bem interessante.

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  48. Gostei muito da história.. Parece real.

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  49. Uma conto que me identifiquei muito. Parabéns pela criatividade

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  50. Nossa, você tem ótimas ideias. O conto ficou bem elaborado.

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  51. Gostei, um conto criativo e cheio de emoção.

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  52. Adorei! É um conto maravilhoso e motivador.

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  54. Em uma casa grande e linda com piscina a vista para o mar morava uma menina mimada que desprezava e humilhava as pessoas pois no seu pensamento era melhor que as outras por causa da sua condição financeira,um dia ela conheceu um garoto que não legava para nada,que as pessoas chamavam de vagabundo, ela gostou muito dela,mais ela gostou muito dele,ate se humilhava,chorava e sofreu por ele,pois assim ela conhece na própria pele o que desprezo da mesma forma com que ela tratava os outros.Depois desse dia ela começou a mudar pois viu que a forma como o seu jeito de superior começou a ver as mudança que aconteceram com ela.Ela passou a trata as pessoas com igualdade,deixou de ser mimada,como era antes,nem parecia a mesma pessoa que todos conheciam e estavam gostando muito da sua nova forma de agir e pensar,foi assim que o menino começou a percebe a existência dela e se apaixonou,por causa da sua fama de vagabundo os pais da garota não gostaram dessa aproximação entre os dois,foi ai que ela começou a gosta mais dele,em certo dia sua mãe viu eles conversando e proibiu que ela voltasse a falar com ele,foi então que ela decidiu lutar pelos seus objetivos ela resolveu fugir com ele para outro local.No dia seguinte ambos se arrumaram e esperaram a noite para que fosse embora.Na hora de partir ela deixou um bilhete dizendo que amava os pais mais que queria lutar pelo seu amor.Eles forma para uma cidade pequena onde se casaram tiveram filhos e ela vive ate hoje,pois ha alguns anos atras ele morreu por causa de sua idade avançada.Eles foram muito felizes enquanto estavam juntos, e ela não se arrepende das suas escolhas.
    Alunas: Gabryele Oliveira Nº13
    Aniele Nº03
    Série: 2º Ano 08

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  56. A lua ao adormecer, beija-flor ao nascer e amor ao florescer. Pessoas apaixonadas adormecem. Lua e sol adormecidos, apaixonados. Não se encontram, vivem um amor que necessita florescer, renovar, se encontrar.
    - Lua, porque estas tão longe minha amada? Sol já triste de viver longe de sua amada, pergunta com voz calma e desesperada ao mesmo tempo.
    - Amado meu, queria eu poder te encontrar e repousar contigo todos dias, falar histórias de amor, ou falar a nossa história de amor, passar contigo a minha estação, aproveitar cada suspiro.
    Duas estações, um amor, uma história de amor quase impossível. Uma vida sem amor? Uma vida sem o amor da sua vida?. É amar para amar e ser amado ou amar para se amado e amar? Simplesmente ame, sem recompensas, sem esmola, sem miséria. O Amor é uma dádiva, que poucos a possuem. Lua e Sol vivem um amor intenso, porém não vividos.
    Nem sempre amores vividos, são amores intensos. Lua, precisava de seu amado em seu dia-dia, Sol precisava de sua amada todos os dias e todas as horas. Um amor correspondido, porém vividos em dois mundos diferentes, um amando o outro, um se dedicando ao outro, mesmo nada dando certo .
    Amores também são impossíveis, amar e fácil, mais amar um amor impossível? Ou você pode ser sorteado e ganhar um de brinde.

    Alunas: Laiane Letícia
    Amanda Cecilia

    2º 07

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  57. Mark tinha um melhor amigo chamado Lúcio, ambos eram amigos ha muito tempo e moravam no mesmo bairro. Lúcio era extrovertido, vivia rindo e aonde chegava se tornava popular com o seu jeito contagiante de ser, já Mark era totalmente diferente de Lúcio era introvertido, todo metódico e profundamente ponderado.
    Apesar das personalidades diferentes eles se completavam, e aparentemente era uma amizade muito rara e bonita de se ver. Certo dia com alguns outros amigos, eles fizeram uma retrospectiva da amizade, lembrando os momentos bons e ruins. E Mark fez questão de homenagear o amigo dizendo: " Quem me dera, poder voltar ao passado e conhecer o Lúcio antes dos falsos amigos, bem... uma coisa é certa, ele é o melhor amigo que alguém pode ter, amigo pra todas as horas inclusive nas de sofrimento".
    Mark ao dizer "amigo pra todas as horas inclusive nas de sofrimento". Se referiu ao pior momento da sua vida em o melhor amigo se fez presente, ano em que sua mãe morreu de câncer, Lúcio antes disso era só mais um colega, mas depois desse momento difícil da vida de Mark, a amizade ganhou força. Diferente dos outros, fora a família é claro, Lúcio deu todo apoio ao amigo, dando animo, e palavras de vida, chegando até passar uma temporada na casa de Mark.
    A amizade verdadeira, surge assim, nos momentos difíceis da vida e não nos bons. Na verdade os momentos ruins é que revelam os verdadeiro amigo.

    Jânio Salgueiro 2º 16

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